Metodologia Investigativa do Dossiê de Indícios

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Qual é a utilidade e importância do Dossiê de Indícios em um processo de investigação patrimonial?

A investigação patrimonial, a princípio, pode parecer algo de fácil execução, entretanto, somente com a metodologia e as fontes corretas é possível alcançar um resultado eficiente.

Algumas das definições de “investigação” a apontam como uma “averiguação sistemática de algo”, isso é, uma análise dentro de uma metodologia sobre alguma coisa.

A conhecida Hierarquia DIKW, muito utilizada na Ciência da Informação e Gestão de Conhecimento, aponta que o caminho para a sabedoria é composto por uma pirâmide, que possui como base “dados”, em segunda camada “informação”, em terceira camada “conhecimento”, e por fim, no topo, a sabedoria.

Esses dois exemplos ilustram a importância da metodologia, como forma sistemática de averiguação, e dos dados como base de toda a sabedoria construída. Para trilhar esse caminho, é necessário estar munido dos melhores instrumentos, e a Leme apresenta aquele que considera o ideal para a investigação patrimonial: o Dossiê de Indícios.

Ele é composto por diversas bases de dados públicas e algumas comerciais, trazendo informações sobre o pesquisado de toda ordem: desde informações cadastrais, a indícios de patrimônio de difícil localização, como aeronaves e embarcações.

A grande variedade de fontes faz dele um robusto instrumento para a investigação patrimonial, pois com ele é possível identificar patrimônio de fato; relações com terceiros que possam fazer parte de estruturas espelhos, idealizadas para fins de ocultação patrimonial; endereços que podem apontar local de atividade, importantes para fins de identificação de patrimônio, ou mesmo localização do devedor para realização dos atos formais de cobrança.

Um dos diferenciais desse instrumento de investigação é a seleção de bases: informações que não agregam na recuperação de crédito, muitas vezes presentes em relatórios cadastrais supostamente idealizados para esse fim, não ganham ênfase. Há também a situação inversa: bases que o credor normalmente não elege para buscar, algumas vezes por desconhecimento da base, outras por desconhecimento da utilidade, são acrescentadas ao Dossiê de Indícios com a indicação de sua utilidade. A título de exemplo, bases vinculadas ao Sistema Nacional do Meio Ambiente – SISNAMA: através dela é possível verificar indícios de imóveis rurais, operações agropecuárias, e até mesmo indícios de bens de outras modalidades através da localização de licenças ambientais.

Bases como agências nacionais também podem ser importantes, pois além de indicarem operações em que possam estar concentrados os recebíveis dos investigados, podem também direcionar buscas de bens através de endereços de cadastro ou de operação. Um bom exemplo disso é a Agência Nacional de Mineração, base que entrega processos administrativos de diversos fins dentro da agência, como concessão de direito de lavra em determinada localidade.

Do ponto de vista de manuseio, há também uma grande vantagem no Dossiê ao concentrar o resultado de diversas bases no mesmo arquivo. Isso facilita o cruzamento das informações, produção de relatórios automáticos com o Excel, e até mesmo a importação dos dados extraídos da Pesquisa de Indícios para sistemas que o credor utilize para o gerenciamento de seus projetos.

Com a melhor seleção de dados, melhor estruturação da informação, o Dossiê entrega o conhecimento em relação ao contexto e estrutura de devedores, para que então o credor possa definir de forma sábia, no topo da montanha do conhecimento, qual o melhor caminho para a recuperação de crédito.

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